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Análise do Especialista

22 set

Gestão participativa de equipes mais engajadas

  • Por QI Treinamento e consultoria
  • Em Análise do Especialista

Para abordar o tema de coordenação de equipes, vamos usar de exemplo para iniciar o assunto uma definição sobre o que é administração feita pelos autores Caravantes, Panno e Kloecner (2005, p. 9) onde eles afirmam que Fayol compreendia administração da seguinte forma:

Administrar é prever, organizar, comandar, coordenar e controlar. Prever é analisar o futuro e traçar o programa de ação; organizar é constituir o duplo organismo, material e social, da empresa, comandar é dirigir o pessoal; coordenar é ligar, unir e harmonizar todos os atos e esforços; controlar é velar para que tudo ocorra de acordo com as regras estabelecidas e as ordens dadas.

A partir desse conceito, fica fácil de perceber a importância das pessoas na administração de empresas.

Fazer uma gestão participativa pode ser uma ferramenta importante na busca de resultados positivos, nesse caso, buscar o envolvimento das pessoas que estão relacionadas à empresa no processo decisório através do compartilhamento de ideias para contribuir com a gestão da empresa acaba por ser um fator muito interessante.

A coordenação de equipe feita de forma produtiva faz com o que foi descrito acima seja colocado em prática de um jeito espontâneo, pois os colaboradores estarão confortáveis em suas posições e com a empresa. Isso significa que o Empowerment, que é uma ação da administração estratégica em que delegar poder aos colaboradores, objetivando o aprimoramento do capital humano através da capacitação e desenvolvimento pode e deve ser utilizado dentro das organizações independentemente do seu tamanho.

Agora, como fazer uma coordenação de equipe participativa que traga bons resultados? Logo abaixo vamos abordar alguns pontos que podem fazer a diferença para ajudar nesse processo.

Lembrando sempre que, todo modelo de gestão pode apresentar alguns desafios que não devemos ignorar, o contrário, devemos nos preparar.

Um primeiro ponto que podemos mencionar é que a gestão deve ser repensada, retirando os modelos tradicionais e estar aberta para ouvir as sugestões dos colaboradores, sejam elas para qualquer área, sem fazer distinções ou ignorá-las.

Ponto importante, como trabalhar as ideias de acordo com a sua relevância?

Se a ideia foi boa busque utilizá-la, valorize e reconheça a contribuição de dicando os créditos necessários. Se foi uma sugestão mediana procure trabalhar para ajudar a quem deu uma forma de otimizar o que foi sugerido. E quando a ideia for ruim é imprescindível explicar para o colaborador o porquê da sua não viabilidade, sem desestimulá-lo para trazer novas contribuições.

Continuando, a comunicação com a equipe precisa ser clara e específica, para não gerar conflito de informações junto aos colaboradores. Para que isso acontece as formas de se comunicar devem ser de fácil entendimento para todos.

Para conseguir ter uma equipe participativa que promove resultados reais é preciso se atentar ao nível de preparação, conhecimento e competência das pessoas de cada setor, para que se consiga extrair o melhor e seja possível implementar ferramentas que possam de fato ser utilizadas. Oferecer capacitações e treinamentos pode ajudar.

Um desafio encontrado dentro das equipes é a disputa por poder, e dentro do modelo participativo isso ocorre devido a vaidade para saber quem é mais ativo no desenvolvimento de ideias. Nem sempre será fácil trabalhar as equipes, para ajustar esse fator de risco, devemos sempre buscar o resultado global e não somente individual.

A coordenação de equipes de forma participativa gera para a empresa envolvimento, cooperação, desenvolvimento e comprometimento. Que traz como resultado a sinergia dos colaboradores. Em suma podemos resumir em três palavras: Autonomia, Disciplina e Liderança.

Procurar ter uma gestão de equipes humanizada, onde as pessoas envolvidas possam se desenvolver junto com a organização, significa quebrar paradigmas tradicionais e trazer para a gestão um olhar de informar, envolver, delegar, consultar e se comprometer para uma gestão eficaz.

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